Ah, nada como aulas!
Quer dizer: nada como matá-las!
Tem sido tão difícil comparecer a elas! Sempre tive problemas para acordar cedo (de modo que o fato de meu curso na Unicamp ser noturno é uma maravilha) mas, a despeito disso, montei um horário com aulas exclusivamente pela manhã aqui na UCM; isto porque queria deixar tanto a tarde quanto a noite livres para fazer coisas interessantes (e, eventualmente, também estudar – o que, bem, é interessante). Pois é: a razão foi nobre, mas a consequência prática direta desse planejamento é que já faltei a um montão de aulas.
Não que isso vá me doer tanto, na verdade. Creio para mim o ideal ser ir umas e outras vezes apenas mesmo, só para ver que rumos o professor está tomando e não me distanciar tanto. Aliás: outra razão para ir, e até forte, é para avaliar as diferenças de ensino e infra-estrutura para este disponível entre as universidades, e assim agregar conhecimento e experiência internacionais à minha capacidade crítica acadêmica. Mas, bem, todas essas razões não demandam necessariamente minha presença contínua às aulas – que afinal têm uma série de razões para não me parecer tão eficientes (assunto este sobre o qual pretendo comentar algum outro dia, inclusive).
E, assim, alegremente, às vezes não acordo de manhã.
P.s.: a academia adverte: não tentem isso em casa, crianças; faltar às aulas é uma atividade (ou falta de) que exige bastante maturidade de estudo, além de alto grau de responsabilidade para arcar com as consequencias de tê-lo feito!

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