15 de janeiro de 2009
Segóvia.
O que dizer de Segóvia?
Em verdade não há tanto assim, creio. Trata-se com efeito de uma pequena cidade inteiramente bonita (não sendo à toa sua proclamação pela ONU como patrimônio da humanidade), com um castelo bem interessante e um aqueduto de tirar o fôlego (ok, essa última talvez seja uma impressão bastante pessoal; o fato é que descobri ser encantado pela idéia de aquedutos, construções tão antigas e imponentes!). Mas com o intercâmbio descobri com efeito não ser fascinado por turismo propriamente dito; o que me toca em verdade são as pessoas, seus costumes e visões diferentes.
Mas nesse sentido Segóvia também foi muito boa; porque, como disse em uma outra postagem, estava com dois amigos - dois alemães: um deles amigo já de longa data (trata-se daquele ao qual conheci no início do período escolar aqui, solidarizando-se comigo nas dificuldades com o idioma espanhol - Juanes, seu nome [fictício, evidentemente]), e a outra a qual conheci melhor nessa viagem mesmo - Kate, uma pessoa bem afável e divertida. Kate, Kate, Kate.
Quem precisa de castelos, catedrais ou até mesmo aquedutos, quando se tem às pessoas?