3 de dezembro de 2008
Sorte de principiante existe mesmo quando se está em outros países, pelo visto.
Aqui na Complutense aprendi com o pessoal da matemática a jogar o Culo ("Cu", em português - palavra que aliás tantos gostariam fosse escrita "cú"; talvez por lhe dar mais ênfase, sei lá), um jogo de baralho que envolve desfazer-se de sua mão empregando cartas com valores superiores às das utilizadas pelo oponente.
É simples: quem começa se desfaz de até 4 cartas de um determinado valor, e os jogadores seguintes tem que jogar a mesma quantidade de cartas de um mesmo valor igual ou superior às que estão em mesa. Isso até todos não puderem fazê-lo e portanto passem, e aí recomeça o turno depois da última pessoa que passou. Essa é a idéia principal - e há presepadas, naturalmente, como em todo jogo de cartas, mas essas não convém expôr aqui (por sinal no Culo o "3", junto ao ás, tem valor superior até ao rei! O "3"!, por que raios uma carta tão aleatória?).
Enfim, o fato é que no meu primeiro dia de Culo ganhei todas.
E no segundo, as primeiras partidas.
Daí nunca mais.
¿Suerte de quién empieza?
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